Publicações Técnicas

Confira os trabalhos realizados pela Vetanco e conheça mais detalhes sobre os estudos desenvolvidos para a promoção da saúde animal.

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  • AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE AO MICROFLUD® F ORAL EM AMOSTRAS DE ESCHERICHIA COLI PATOGÊNICAS PARA AVES

    A modernização e a produção em escala de frangos no Brasil teve início na década de 70, em razão da necessidade de abastecer os mercados na época. Nos anos seguintes, a avicultura brasileira ganhou um grande impulso com os avanços da genética, com o desenvolvimento das vacinas, nutrição e equipamentos específicos para sua criação. Atualmente, o Brasil é considerado o maior exportador mundial de frangos e o segundo maior produtor de carne de aves, sendo a região sul do Brasil considerada a maior produtora nacional (BELUSSO, 2010; ABPA, 2016).
    Com a intensificação da produção avícola, houve um aumento de doenças microbianas nas aves. No entanto, essas doenças microbianas puderam ser controladas por meio da utilização de antimicrobianos na avicultura, sendo estes utilizados tanto de forma terapêutica e profilática quanto como promotores de crescimento (ARIAS; CARRILHO, 2012). Porém, o uso de antimicrobianos tem levado à seleção de bactérias resistentes (ARIAS; CARRILHO, 2012; SILVA; LINCOPAN, 2012), dificultando o tratamento de doenças como a colibacilose aviária.
    O Florfenicol é um antimicrobiano sintético de amplo espectro, pertencente à classe dos Anfenicóis, que desempenham um papel importante na redução das perdas na indústria avícola resultantes de certas doenças bacterianas, incluindo a colibacilose aviária (SHENG LI et al., 2007). rd
    O Florfenicol possui uma considerável atividade contra bactérias gram negativas e gram positivas resistentes ao cloranfenicol e ao tiamfenicol. É um fármaco com menor impacto na saúde humana e animal, sendo mais seguro para o uso que os seus antecessores, devido a substituição do grupo p-nitro ligado ao anel benzênico por um grupo sulfonil-metil (Figura 1), o que anteriormente era responsável por induzir a anemia aplástica e supressão da atividade da medula óssea, condições potencialmente fatais devido a semelhança dos ribossomos mitocondriais dos mamíferos aos bacterianos.

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  • USO DE FITOGÊNICOS NA FASE DE CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO COMO MELHORADORES DE DESEMPENHO EM SUÍNOS

    O uso de antibióticos promotores de crescimento tem sido proibido/reduzido em todo o mundo por conta do receio ao surgimento de cepas bacterianas resistentes e em virtude das exigências dos consumidores. No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) tem publicado normativas (IN nº1/nº45), proibindo o uso de aditivos melhoradores de desempenho que contenham os antimicrobianos Tilosina, Lincomicina, Tiamulina e Colistina, os quais são classificados como importantes na medicina humana. Segundo a OMS, em alguns países, aproximadamente 80% do uso total de medicamentos de importância na medicina humana, ocorre no setor animal, principalmente como promotor de crescimento, para tanto, a mesma recomenda a restrição completa ao uso de todas as classes de antimicrobianos de importância na medicina humana para uso como promotor de crescimento em animais de produção.  Com isso, surgiu a oportunidade para a busca de novos produtos, alternativos aos antibióticos, visando viabilidade, baixo custo e sustentabilidade a longo prazo na suinocultura.

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  • DISTRIBUIÇÃO DA CAMPYLOBACTER JEJUNI EM ALPHITOBIUS DIAPERINUS NOS LOTES DE FRANGOS DE CORTE

    A bactéria Campylobacter pode contaminar uma variedade de alimentos, no entanto, a carne de frango é considerada a principal fonte de campilobacteriose humana (Hansson et al., 2018; Sibanda et al., 2018). Os frangos de corte podem conter um alto número de espécies de Campylobacter spp. termotolerantes, cujo conteúdo pode contaminar carcaças no abate, apesar das medidas no processamento para evitar a contaminação (Hutchison et al., 2017). Portanto, uma redução adicional de Campylobacter depende da diminuição dos níveis de contaminação na produção ou processamento de frangos de corte (Battersby et al., 2016).

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  • AÇÃO DA BROMEXINA ORAL SOBRE A RESPOSTA IMUNE NA MUCOSA RESPIRATÓRIA DOS SUÍNOS

    A bromexina (2-amino-3, 5-dibromo-N-ciclo-hexil-N-metilbenzilamina) é um derivado sintético da Vasicina, um dos ingredientes ativos da planta asiática Adhatoda vasica. Sua eficácia foi comprovada na normalização do muco no trato respiratório e introduzida pela primeira vez em 1963, como medicamento secretolítico ou mucolítico (2). Seu uso aumenta a secreção de imunoglobulinas A (IgA) previamente produzidas pelas células do complexo imune no sistema respiratório em suínos (4). Apenas IgA e IgM são efetivamente secretados para as mucosas, sendo que IgA corresponde à maior parte dos anticorpos nesses locais e por estar presente no lúmen intestinal, esta forma de anticorpo é uma das principais responsáveis pela resposta imune adaptativa local (3). Os linfócitos T duplo-marcados (CD4+ CD8+) são uma particularidade dos suínos visto muito raramente em outros mamíferos. Com a maturidade, essas células passam a ser cada vez mais importantes para a imunidade local, estando presente em grandes quantidades nos órgãos linfoides periféricos (7). O presente estudo buscou avaliar a resposta imune de mucosa de suínos tratados com bromexina.

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  • USO DO Bacillus Subtilis SL-12-1 EM FRANGOS DE CORTE

    Os Bacillus possuem características muito importantes, como cepas probióticas adequadas para a comercialização e distribuição na produção animal. Tudo isso, em função de sua capacidade de resistir a condições ambientais adversas, sobreviver durante os procedimentos de peletização de rações com temperaturas extremas, ser tolerantes aos níveis extremos de pH, desidratação, altas pressões, produtos químicos cáusticos e possuírem uma longa vida útil (Vreeland et al., 2000; Cartman et al., 2007). Além do que, as cepas de Bacillus demonstram ótima tolerância às condições ácidas do sistema digestivo das aves, sais biliares e atividade antimicrobiana (PATEL et al., 2009).

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  • ÁCIDOS ORGÂNICOS NA PRODUÇÃO ANIMAL: COMO ELES FUNCIONAM?

    Ácidos orgânicos são considerados qualquer ácido carboxílico orgânico, incluindo ácidos graxos e aminoácidos, de estrutura geral R-COOH. Vale a ressalva que nem todos esses ácidos têm efeitos na microbiota intestinal. De fato, os ácidos orgânicos associados com específica atividade antimicrobiana são os ácidos de cadeia curta (C1 – C7) que são ácidos monocarboxílicos simples como ácidos fórmico, acético, propiônico e butírico, ou são ácidos carboxílicos contendo um grupo hidroxila como láctico, málico, tartárico e cítrico (Ricke, 2003).

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  • EFICÁCIA DA CIPERMETRINA E IMIDACLOPRID PARA O CONTROLE DE CASCUDINHOS EM AVIÁRIOS

    Sabe-se que o principal e mais desafiador vetor presente em granjas avícolas é o cascudinho (Alphitobius diaperinus), inseto implicado na transmissão de Salmonella que encontrou condições ideais em aviários de frangos de corte para sua reprodução.
    Os problemas causados por este inseto podem culminar em grandes perdas econômicas para os produtores, pois além da transmissão de patógenos, é causam estresse e desuniformização dos lotes (1).

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  • No Caminho de uma Suinocultura com Menos Antimicrobianos

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou a Instrução Normativa nº 1, a qual determina que a importação, a fabricação, a comercialização e o uso de aditivos melhoradores de desempenho que contenham os antimicrobianos Tilosina, Lincomicina e Tiamulina, classificados como importantes na medicina humana, estão proibidos em todo território nacional. Desta forma, ficam cancelados os registros dos aditivos de que trata o art. 1º desta Instrução Normativa, sendo que os estabelecimentos importadores ou fabricantes devem recolher os estoques remanescentes no comércio no prazo de até 90 dias após a publicação da Instrução Normativa.

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  • Avaliação da eficácia in vivo do FloraMax™-B11 administrado via spray

    Esse artigo tem como objetivo quantificar a colonização do papo e do intestino por cepas probióticas presentes no FloraMax™-B11 em frangos de corte após aspersão do produto em pintinhos no incubatório.

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  • Biosseguridade: O que é e qual a sua importância

    A biosseguridade é o pilar mais importante numa cadeia produtiva para manter a saúde dos animais e mitigar riscos de contaminação e disseminação de agentes infecciosos.

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  • AVALIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA (CIM) DO PRODUTO DYSANTIC FRENTE A CEPAS DE Clostridium perfringens

    Dentre os agentes etiológicos causadores de gastroenterite em suínos, Clostridium e Escherichia coli ocupam papel de destaque, sendo considerados os mais importantes agentes bacterianos causadores de diarreia em leitões neonatais globalmente. Na suinocultura, o impacto das doenças causadas por Clostridium está geralmente associado com quadros de diarreias (de leve a grave) e aumento da taxa de mortalidade nas diferentes fases de produção.

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  • INATIVAÇÃO ENZIMÁTICA DE MICOTOXINAS

    Com a crescente importância do controle de micotoxinas na cadeia de produção animal, visualizou-se uma grande oportunidade de trabalho: a inativação ou detoxificação enzimática das micotoxinas.

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